Creio que não é novo afirmar que a nossa história é construída a partir dos vários relacionamentos que experimentamos. No cotidiano da nossa vida, somos atravessados por ações, sentimentos e palavras, que vão tecendo avanços e retrocessos fundamentais em nossa construção.
Desde o ventre materno, somos tocados por várias sensações que, de maneira inexplicável, lançam a base do que denominamos como sociabilidade. A mãe e o pequeno ser que nela habita experimentam transformações incríveis numa relação alteritária de medo, alegria, entusiasmo, renúncia e, para algumas, de esperança.